Schmid, dirigente do Fed, chama dívida dos EUA de "extrema"
A declaração vem junto de uma série de comentários hawkish do Fed e de yields já perto de máximas de vários anos
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Schmid, dirigente do Federal Reserve, disse que o nível da dívida do governo dos EUA parece "extremo"
O comentário surge no momento em que outros dirigentes do Fed vêm adotando um tom semelhante. Williams e Schlegel reforçaram o argumento para mais altas de juros, com Williams afirmando que o mercado de trabalho não está alimentando a inflação, mesmo com o tom geral do Fed permanecendo hawkish. Paulson apoiou o esforço para trazer a inflação de volta a 2%, dizendo que o melhor que se pode dizer sobre a inflação é que ela não piorou. Powell disse que o Fed pode precisar subir os juros novamente, depois que a alta de setembro foi a primeira desde 2023.
Os mercados monetários estão precificando mais três altas de juros do Fed ao longo do próximo ano
A caracterização de Schmid da dívida como "extrema" reforça retoricamente uma narrativa de combate à inflação já embutida nas comunicações recentes do Fed. Mas os yields de longo prazo já estão elevados por causa de preocupações com a inflação e da precificação de novas altas de juros, e outros dirigentes já sinalizaram preocupações com a sustentabilidade fiscal antes sem levar o comitê a um aperto mais rápido ou a uma postura mais dura do que a demonstrada pela alta de setembro. O comentário soa como confirmação de uma posição que os mercados já haviam precificado, não como sinal de uma nova direção de política monetária